Hoje topei com esta postagem no LinkedIn do Tuta (uma das empresas que vale a pena seguir por lá). A postagem falava de formas e alternativas para fazer o deGoogle.
Quando a gente fala em deGoogle as pessoas costumam torcer o nariz de antemão. Puro pre-conceito.
A ideia é bem simples: garantir independência e privacidade. Tentar minimizar os impactos da vigilância, do monitoramento e de mensagens publicitárias altamente direcionadas e invasivas.
Precisamos fazer um deGoogle, um deMicrosoft, um deMeta e vários outros processos de detox destas plataformas.
Importante sempre procurarmos soluções que nos deem independência e não nos isolem do mundo que vivemos. Eu uso o mínimo que posso dos serviços destas plataformas e acredito que todos devamos fazer isso.
As empresas chamadas Big Tech (não sou o maior fã deste nome porque parece que ser grande vira um problema, mas o buraco é mais embaixo) se colocam como inevitáveis. Entretanto, elas não são. A gente pode viver plenamente a nossa vida digital sem precisar depender delas.
Jaron Lenier diz no livro “Dez argumentos para você deletar agora suas redes sociais” e também no depoimento dele no “O dilema das redes” que a gente não precisa ter uma mensagem de texto que envio para o meu vizinho passando por um servidor da Meta em outro lugar do mundo. A gente pode ter soluções melhores para isso.
As big techs não são inevitáveis.
PS: Se quiser mais ajuda nesse caminho, há um excelente sub a respeito: r/degoogle

